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Mostrando postagens com o rótulo Cinema

Série para TV "Os Caudilhos"

Estiveram no Arquivo Histórico integrantes da equipe de realização da série para TV "Os Caudilhos", composta pelo diretor executivo Henrique de Freitas Lima, a produtora executiva Patty Pinent Sampaio e o diretor de fotografia Rafael Rosso Berlezi.  Rafael Berlezi, Henrique Lima, Patty Sampaio e Mirian Ritzel - Gravações no Arquivo Histórico - foto Neiva Köhler A série versará sobre personalidades históricas envolvidas na Revolução de 1923 e, segundo o diretor executivo Henrique de Freitas Lima, "independente de simpatias pessoais, nosso compromisso é com a verdade. A série não é chimanga nem maragata." O Arquivo Histórico recebeu a equipe para mostrar a documentação existente sobre aquele momento histórico, bem como os registros da imprensa da época. Na ocasião, o diretor executivo entrevistou a pesquisadora Mirian Ritzel, colhendo suas impressões sobre Borges de Medeiros, Benjamin Camozato e Cabo Toco, suas atuações e relações com o município de Cachoeira. Flagran...

Confusão no Cinema!

Os cinemas eram atrações para lá de especiais no começo do século XX. Cachoeira, desde o Teatro Municipal, situado nas proximidades da Praça da Igreja (atual Praça Dr. Balthazar de Bem), já oferecia exibições em 1901 com os antigos cinematógrafos, anos-luz distantes do que se entende por cinema agora, mas não menos atrativos e interessantes. Teatro Municipal - Fototeca do Museu Municipal Dentre as casas de cinema de Cachoeira, uma teve destaque e durabilidade: o Cinema Coliseu Cachoeirense, fundado pelos irmãos Pohlmann, em 1910, com o nome de Cinema Popular. Adquirido em 1912 por Manoel Costa Júnior, trocou o nome para Coliseu Cachoeirense e, nos primeiros dias de maio de 1919, a programação de fitas escolhidas para exibição não agradou muito os frequentadores. Assim relatou o jornal O Commercio  de 7 de maio de 1919: Cinema Coliseu Cachoeirense - Grande Álbum de Cachoeira, de Benjamin Camozato (1922) Coliseu Cachoeirense. - Durante as noites de quarta, quinta e se...

Gregório da Fonseca, filho dileto

Cachoeira do Sul é berço de personalidades ilustres nos mais diversos campos, oferecendo uma significativa relação de nomes de homens e mulheres que se destacaram em outras plagas. Vez em quando, retornam ao torrão natal para rever familiares e amigos e interagirem com o cotidiano da cidade. Um destes filhos ilustres foi o engenheiro militar e escritor Gregório Porto da Fonseca, nascido em 17 de novembro de 1875, filho de Marcos Gonçalves da Fonseca Ruivo e de Luiza Mariana Porto da Fonseca. Adolescente, empregou-se como caixeiro em uma loja de Cachoeira, onde passava recitando versos do poeta Olavo Bilac, esquecendo-se das suas tarefas... Mais tarde, no Rio de Janeiro, tornou-se amigo pessoal do poeta e um dos fundadores da Liga da Defesa Nacional, entidade que existe até hoje e que prega o civismo e o patriotismo. Gregório Porto da Fonseca - ABL Reformado da carreira militar, Gregório Porto da Fonseca tornou-se diretor da Secretaria da Presidência no governo provisório de G...

1916: sob as Paineiras da Avenida

Graças à coleção do jornal O Commercio,  que está preservada no Arquivo Histórico do Município de Cachoeira do Sul, é possível fazer uma viagem ao passado e visitar a Cachoeira de 100 anos atrás. Uma rápida virada de páginas e a cidade daquele tempo revela-se em paisagens, costumes, política, vida social e cultural. Também a forma de redigir os acontecimentos, minimamente detalhada e bastante laudatória, chama a atenção, fazendo um contraponto com o reducionismo de linguagem que caracteriza os dias atuais. Eis, na ótica de um redator que assinava com o pseudônimo de Pangloss uma intitulada Prosa vadia , a Cachoeira de 1916 sob as paineiras da avenida: Quem conheceu a Cachoeira ha uns cinco ou seis annos, e não a vê desde esse tempo, mal podia imaginar a transformação que se tem operado no sentido do seu progresso. Não se assustem, porém, os leitores, antevendo que estas linhas de chronica vão excursionar pelos dominios da estatistica do essencialmente estatistico [....

Shirley Temple em Cachoeira

Transcorreu no dia 11 de fevereiro o falecimento de Shirley Temple, aos 85 anos, uma das mais famosas atrizes de Hollywood e considerada "garota prodígio", pois iniciou sua carreira com três anos de idade. A menina Shirley deslumbrou a cena cinematográfica e seus filmes, notadamente no início da carreira, na década de 1930, foram os de maior bilheteria de seu tempo. Carismática, bonita e talentosa, ela chegou a desbancar o galã Clark Gable em termos de sucesso e notoriedade, mas não alcançou a mesma projeção quando se tornou adulta, abandonando a carreira de atriz aos 22 anos. Em Cachoeira, o Coliseu Cachoeirense exibiu todos os filmes estrelados por Shirley Temple e o Jornal do Povo , edição do dia 27 de junho de 1935, estampou propaganda do filme "Queridinha da Família", produzido pela Fox, e tendo no elenco, além dela, os atores James Dunn e Claire Trevor. Como vemos, mesmo a milhares de quilômetros de distância de Hollywood e em tempos em que não havia te...