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Mostrando postagens com o rótulo Estudo

A açoriana Eugênia Rosa

No ano em que se comemoram os 270 anos do povoamento açoriano no Rio Grande do Sul, o blog do Arquivo Histórico tentará trazer para suas postagens assuntos que relembrem personalidades e fatos ligados aos açorianos que também fizeram de Cachoeira a sua morada a partir de 1753. Comecemos pela açoriana Eugênia Rosa, casada com o também açoriano João Pereira d'Agueda, que no Brasil passou à alcunha de João Pereira Fortes. A chegada do casal ao Rio Grande do Sul se deu em 1756, quando Cachoeira ainda era uma freguesia de Rio Pardo, onde constituíram uma família que acabou por se tornar tronco de muitas outras que se espalharam pela região. Eugênia Rosa hoje é lembrada graças a um achado do historiador Fritz Strohschoen. Ou melhor, de um jardineiro que encontrou o inventário de Eugênia no porão de uma antiga casa na Rua 15 de Novembro e o entregou ao perscrutador do passado. Fritz dedicou-se à transcrição do documento emitido em 1812, desvendando as estruturas familiares e os bens ameal...

Arquivos Públicos Municipais: Preservação da Memória, Transparência e Acesso à Informação

O Arquivo Histórico do Município de Cachoeira do Sul fez-se representar no Seminário Arquivos Públicos Municipais: Preservação da Memória, Transparência e Acesso à Informação , na Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre, dia 7 de outubro de 2015, representado pelo Chefe Eliseu Machado e as assessoras Ione Rosa, Mirian Ritzel e Neiva Köhler. Cinemateca Capitólio - Porto Alegre - foto Mirian Ritzel Equipe representante do Arquivo Histórico: Ione Rosa, Mirian Ritzel, Neiva Köhler e Eliseu Machado O evento, promovido pela Secretaria da Cultura, Coordenação da Memória Cultural e Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho, foi coroado pelo lançamento do Guia de Fundos das Câmaras Municipais do Rio Grande do Sul: período Colonial e Imperial - 1747 a 1889 , do qual Cachoeira do Sul fez parte por ter documentação destes dois períodos, e pela assinatura de convênio entre a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU/RS e o Sindicato dos Ar...

Antigas profissões na Cachoeira

Entre 1820 e 1900, período em que Cachoeira foi administrada pela Câmara Municipal (1820 a 1889), pela Junta Administrativa (1890 a 1892) e pela Intendência Municipal (1892 a 1930), havia categorias de empregados públicos e de autônomos que acabaram desaparecendo com o tempo, dada a extinção dos serviços prestados e a modernização da sociedade. Algumas profissões sobrevivem, mas já são raras de encontrar. Vejamos algumas delas: 1820 a 1889 - ajudante de corda: ajudante do agrimensor - professor de primeiras letras - ama ou criadeira: mãe de leite - aguateiro: vendedor de água em pipas - arruador: medidor de terrenos - aferidor: conferente de pesos e medidas - boticário: farmacêutico - capitão-do-mato: caçador de escravos fugitivos - jornaleiro: operário diarista - cirurgião do Partido: médico contratado pela Câmara - acendedor de lampiões: acendia os lampiões da iluminação das ruas ao anoitecer - zelador de lampiões: cuidava da manutenção dos lampiões de iluminação das r...

Saudosa Memória

Foi num ambiente aprazível, no auditório da Casa de Cultura, decorado por Jussara Garske, do Atelier Livre Municipal, que ocorreu o lançamento do 8° Caderno de História - Zilah da Gama Mór. Ione Rosa, do Arquivo Histórico, foi a mestra de cerimônias. A família Mór esteve bem representada com sete filhos de Zilah. Houve por parte deles: falas, recepção carinhosa, entrega dos exemplares e, inclusive, apresentação musical durante a programação. A Escola Municipal que leva o nome de Zilah esteve representada pela sua equipe diretiva e vários servidores. Contemporâneos de Zilah reviveram situações e emocionados comentaram o caderno. O advogado Armando Fagundes, em sua coluna no Jornal do Povo, de 18 de dezembro, parabenizando o Núcleo de Cultura pelas atividades da Semana de Cachoeira destacou a relevância do Caderno Zilah, assim se expressando: Também preserva a história dos cachoeirenses ilustres o lançamento da 8ª edição do Cadernos de História, que resgatou a vida e obr...

Repercussões das Crônicas do Dr. Eduardo Florence

Nas duas últimas semanas, na coluna do dr. Eduardo Florence, no Jornal do Povo de 7/8 e 14/15 de janeiro de 2012, as crônicas com o título "Uma Cidade de Compadres" despertaram o interesse dos cachoeirenses porque remeteu os leitores à nossa história.  Entre outros personagens mencionados se encontra  Zeferino Martinho da Cunha, escravo alforriado, compadre e muito amigo de Antonio Vicente da Fontoura.  Essa história é muito interessante e propiciou a curiosidade de muitos que vieram ao Arquivo saber do assunto. Em nossa biblioteca, dispomos de uma cópia do estudo elaborado e apresentado no 4º Encontro Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional, em 2009, por Daniela Vallandro de Carvalho ( Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em História Social/UFRJ), tratando particularmente de Zeferino, por estar inserido no processo criminal em que foi vitimado o comendador Fontoura. Abaixo, uma das páginas do citado estudo. Há mais para quem quiser pesquisar aqui no Arquivo Histór...