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Mostrando postagens de Fevereiro, 2018

Coca-Cola X Kola Soel

Provavelmente toda pessoa, em qualquer momento da sua vida, experimentou ou experimentará uma Coca-Cola, o refrigerante mais popular, mais vendido e mais difundido pelo mundo. Publicidade da Coca-Cola em 1890 - http://origemdascoisas.com/a-origem-da-coca-cola/ Criada nos Estados Unidos no final do século XIX (1886), a Coca-Cola nasceu de um dos tantos experimentos do farmacêutico John Pemberton, que estava atrás de uma bebida que pudesse ser consumida livremente numa época de puritanismo religioso e com forte campanha antiálcool. Além do mais, pelos ingredientes originais, a bebida também apresentava uso medicinal. Pemberton não usufruiu do sucesso de sua criação, pois vendeu a fórmula em 1888 por 1.750 dólares para Frank Robinson. Em 1891, Asa Griggs Candler, farmacêutico e empresário, comprou-a de Robinson, transformando a marca num grande negócio que muito prosperou com seus próximos investidores. No Brasil, a Coca-Cola chegou em 1941, durante a II Guerra Mundi

Rei Momo preparando-se para a estrepitosa arrancada

Em 2018 não haverá carnaval de rua em Cachoeira do Sul. Ou melhor, o carnaval com apoio institucional não terá os tradicionais desfiles de rua. Mas como carnaval é paixão, alguns blocos carnavalescos irão levar a folia para as ruas, fazendo seu tributo a Momo e aos folguedos típicos desta época. Os desfiles de rua há muito aconteciam em Cachoeira e tais registros aparecem na imprensa desde 1900, quando surgiu O Commercio , jornal de que foi preservada a coleção. Há 100 anos, os cachoeirenses de então reuniram-se na Praça das Paineiras para ver os corsos passarem, atirando-se ao "jogo do confete e serpentina". Em 1928, alguns blocos, como os Grooms   e Os Fidalgos promoveram "um animado corso na Avenida". Havia também o bloco Os Futuristas , "do Alto", e o Sai da Frente. Em 1938, O Commercio, edição do dia 16 de fevereiro, traz a seguinte notícia em sua primeira página: "Rei Momo" preparando-se para a estrepitosa "arrancada&q

Fevereiro de 1918 - reabertura do Colégio Alemão-Brasileiro

Em fevereiro de 1918, o mundo ainda estava sob o efeito da 1.ª Guerra Mundial, cujo fim só aconteceria em novembro. Cachoeira não estava alheia aos acontecimentos e vivia também consequências do conflito mundial. Uma delas foi o fechamento do Colégio Alemão-Brasileiro, hoje Colégio  Sinodal Barão do Rio Branco, em razão de lá ser ministrado o ensino na língua alemã. O próprio nome da escola era alemão: Deutsch Brasilianische Schule.  Deustsch Brasilianische Schule O jornal O Commercio , em sua edição do dia 6 de fevereiro de 1918, traz uma boa notícia para a comunidade evangélica, tão ciosa da oferta de educação para os seus filhos: Reabertura de uma escola. No principio do mez de Janeiro esteve na Intendencia Municipal a directoria da escola mantida pela Communidade Evangelica da Cachoeira, composta dos srs. Ernesto Müller, Augusto Wilhelm e Emilio Schlabitz, solicitando permissão para ser reaberta a referida escola, com a condição de leccionar sómente a lingua portugueza