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Escola Adventista visita o Arquivo Histórico

O Arquivo Histórico recebeu, na tarde do dia 10 de setembro, a visita dos alunos do 3.º ano da Escola Adventista, turma da professora Ana Márcia Finger da Rosa. A professora Ana Márcia e a assessora Ione Rosa com os meninos do 3.º ano As meninas da turma do 3.º ano Os alunos foram guiados em sua visita pelas assessoras Ione Rosa, Jussara Garske e Neiva Köhler e tiveram a oportunidade de conhecer os diversos setores que compõem o Arquivo Histórico, bem como os propósitos que regem o trabalho de guardar, preservar, conservar e difundir a nossa história. A assessora Ione Rosa apresentando a história do Mercado Público A assessora Jussara Garske explicando a restauração de documentos A assessora Neiva Köhler apresentando documentos do acervo Durante a visita, os alunos puderam verificar o trabalho de pesquisa sobre a história do arroz que a professora Fabiane Lisboa está desenvolvendo no acervo de jornais do Arquivo Histórico. Os alunos sendo informa...

Liberato Vieira da Cunha visita o Arquivo Histório

Na manhã do dia 10 de setembro o Arquivo Histórico recebeu a visita do escritor cachoeirense Liberato Vieira da Cunha, que está na cidade para o lançamento de sua mais nova obra: "O silêncio do mundo". Interessado na história de sua terra, Liberato foi logo querendo conhecer o acervo do Arquivo Histórico e enquanto era guiado nas dependências da instituição e apresentado às preciosidades nela contidas, ia rememorando histórias que ouvira em longas conversas com o Dr. Fritz Strohschoen. O escritor Liberato Vieira da Cunha entre as assessoras do Arquivo Histórico Com uma trajetória de trinta anos na literatura, Liberato estará lançando, em caráter nacional, a obra "O silêncio do mundo", às 18 horas, na Casa de Cultura que leva o nome de seu tio, Paulo Salzano Vieira da Cunha. A iniciativa do lançamento é da Associação Cachoeirense de Amigos da Cultura - AMICUS, que neste ano está também completando 30 anos de trabalho em prol do engrandecimento da cultura ...

Primeiros atos da Independência do Brasil

A Independência do Brasil, ato protagonizado por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, ensejou uma série de modificações na estrutura administrativa do país.  José  Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência e patrono da nossa principal praça, a José Bonifácio, na condição de apoiador e braço direito do Príncipe Regente, encarregou-se de remeter às Câmaras Municipais instruções para a nova condição política e administrativa do Brasil. No acervo do Arquivo Histórico há interessantes documentos que comprovam os primeiros atos pós-Independência, dentre os quais escolhemos os que se seguem: Decreto impresso dando a composição das cores do Tope Nacional Brasiliense - 18/9/1822 - CM/S/SE/CR-001 -  Primeira bandeira do Brasil instituída após a Independência Documento assinado por José Bonifácio de Andrada e Silva e remetido à Vila Nova de São João da Cachoeira - 23/9/1822 - CM/S/SE/CR-001 -...

Criados de salário mensal

Nos dias correntes, quando a sociedade brasileira alcança ajustes trabalhistas para os empregados domésticos, categoria que ainda não havia conquistado vantagens que outras já possuíam, é interessante observar as práticas que cercavam a contratação de serviços dos criados na Cachoeira do século XIX. Há no acervo documental do Arquivo Histórico um encadernado do Fundo Câmara Municipal, intitulado Registro de Contratos de Criados (CM/S/SE/RCC-001), onde se pode tomar conhecimento dos tipos de criados, dos contratantes, ou patrões, dos serviços oferecidos e dos proventos a que faziam jus pelo cumprimento das tarefas próprias das suas funções, como "serviço de minha casa", "serviço de cozinha", "serviço de condução de malas do correio", "serviço doméstico", "serviço doméstico de cozinha e engomar", "serviço de cozinheiro", "serviço de aguadeiro", "serviço de vendedor de água" e outros mais do gênero. O refer...

São João, o patrono da Cachoeira

Há dentre os preciosos documentos do Arquivo Histórico do Município um encadernado (CM/S/SE/RE-001) da antiga Câmara Municipal que traz o registro das correspondências expedidas pelo escrivão e que remonta ao período da constituição da Vila Nova de São João da Cachoeira. Trata-se de carta dirigida a Sua Majestade D. João VI pela Câmara e remetida pela Secretaria de Estado dos Negócios do Reino em 26 de agosto de 1820. O teor do documento dá o motivo pelo qual foi escolhido o nome da Vila Nova de São João da Cachoeira: Senhor O Juiz pella Ordenação vereadores, e officiaes da Camara da Villa Nova de São João da Caxoeira, Prostrados humildemente aos Pés do Augusto Throno de Vossa Magestade Fidelicima tem a Honra de amnunciar que em execução das Reaes Ordens de Vossa Magestade, e Ouvidor e Corregedor desta Commarca Joaquim Bernardino de Senna Ribeiro da Costa no dia sinco do corrente mes de Agosto procedeu ao Acto Solemne da ereção desta Villa. = A Camara por si, em nome do Povo pene...

5 de agosto - instalação da Vila Nova de São João da Cachoeira e aniversário de criação do Arquivo Histórico

O dia 5 de agosto é muito importante para a história de Cachoeira do Sul. Nesse dia, há 193 anos, era solenizada a instalação do quinto município do Rio Grande do Sul, denominado como Vila Nova de São João da Cachoeira. Para o ato, protagonizado pelo Ouvidor Geral, Corregedor e Provedor da Comarca de São Pedro e Santa Catarina, Dr. Joaquim Bernardino de Sena Ribeiro da Costa, foram convidados o povo e os homens probos da Vila, cujas assinaturas ficaram registradas no livro n.º 1 da Câmara (CM/OF/TA-008). Naquele dia, como reza a tradição portuguesa, foi levantado o Pelourinho e eleitos os primeiros vereadores: João Soeiro de Almeida e Castro (Presidente), Joaquim Gomes Pereira e Francisco José da Silva Moura. Também foram escolhidos o procurador da Câmara, Antônio Xavier da Silva, o Tesoureiro, Francisco de Loreto, o 1.º Tabelião e Escrivão da Câmara, Joaquim dos Santos Xavier Marmello, e o 2.º Tabelião e Escrivão dos Órfãos, Manoel Alves Ferrás. Livro n.º 1 da Câmara com regis...

Impostos sobre supérfluos na Intendência de Cachoeira

Com o pomposo nome de "impostos sumptuários", uma página do livro etiquetado com a inscrição "Receita", do conjunto de documentos da antiga Intendência Municipal da Cachoeira, registra os comerciantes que em 1893 pagavam impostos pelo oferecimento de produtos e serviços relativos ao luxo, ou seja, supérfluos. Estavam, dentre estes serviços, a venda de bilhetes, apresentações artísticas e a exploração de bilhares. Lançamento dos impostos sumptuários - Livro IM/CO/DRD/RD-001 Os cidadãos que pagaram esses impostos aos cofres da Intendência em 1893 foram: - Pedro Martins Lopes, por dois bilhares - Felicio de Mello, pela venda de bilhetes da loteria do Estado - Isidoro Neves da Fontoura, pela casa onde vende bilhetes da loteria do Estado - João Silva, pelos seus dois bilhares - Ismael Alves d'Almeida, por vender bilhetes da loteria do Estado e outros - Melchiades Francisco da Silva, pela venda de bilhetes do Estado - João da Matta, pela venda d...