Pular para o conteúdo principal

Resgatando a Grande Cachoeira

No dia 11 de agosto de 2016, às 18 horas, no hall da Casa de Cultura Paulo Salzano Vieira da Cunha, a professora e pesquisadora Terezinha Tessele Fenker lançou o livro Resgatando a Grande Cachoeira. Segundo a autora, a obra "abrange todos os períodos históricos do maior município do Rio Grande do Sul, cujos limites encostavam no rio Uruguai. A obra focaliza os seus distritos e freguesias: Agudo, Caçapava, Cerro Branco, Dona Francisca, Restinga Seca, Rincão da Porta, Santa Maria, Alegrete e outras localidades conquistadas para a Coroa Portuguesa."

Terezinha Tessele Fenker autografando a obra - foto Ricardo Zimmer

Mirian Ritzel, Ione Rosa e Jussara Garske, assessoras do Arquivo Histórico
junto à autora - foto Ricardo Zimmer
As assessoras do Arquivo Histórico, Elisabete F. da Silva (Museu Municipal),
a autora Terezinha T. Fenker e a pesquisadora Ione M. Sanmartin Carlos - foto Ricardo Zimmer
Com 554 páginas, o livro foi escrito a partir de pesquisas da autora, especialmente no Arquivo Histórico do Município de Cachoeira do Sul, instituição que guarda, preserva, organiza e difunde a documentação da história político-administrativa do município de Cachoeira do Sul desde sua instalação, em 5 de agosto de 1820. Em razão disto, o Arquivo Histórico dispõe de farta documentação relativa à grande Cachoeira, fonte primária imprescindível para obra que se propõe a reconstituir a trajetória histórica das localidades que integraram o território original da Vila Nova de São João da Cachoeira.

Exemplares do livro poderão ser adquiridos junto ao Arquivo Histórico, Rua Sete de Setembro, 350, ao custo de R$50,00. 


Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Bar América - plantas no acervo do Arquivo Histórico

A notícia de obras de recuperação e melhoria do Bar América para nele ser instalada a futura Secretaria Municipal da Cultura faz renascer a esperança de ver aquela parte nobre da Praça José Bonifácio revitalizada e, ao mesmo tempo, viabilizar espaço e melhores condições à valiosíssima área cultural do município.  A história do Bar América remonta ao ano de 1943, quando a imprensa noticiou que a Prefeitura Municipal pretendia construir um quiosque-bar na Praça José Bonifácio. Assim noticiou o jornal O Comércio , de 17 de março daquele ano: A Praça José Bonifácio será dotada de um quiosque-bar Faz parte do programa de reforma da cidade, desde o calçamento das principais ruas, a construção de um quiosque-bar na Praça José Bonifácio. De tempos em tempos, o nosso Governo Municipal faz publicar editais de concurrencia publica para a construção e exploração de um bar naquele local, mas estes não apareciam. Agora, foi posta em fóco novamente a questão e apresentou-se um único candidato, que en

Inauguração das Casas Pernambucanas

A notícia veiculada na imprensa de que em breve as Casas Pernambucanas voltarão a abrir as portas em Cachoeira do Sul despertou a curiosidade e o interesse de buscar informações sobre a instalação da primeira filial dessa popular casa comercial na cidade. Vem do Acervo de Imprensa do Arquivo Histórico a resposta. O Commercio , 24/6/1931, p. 1 Folheando as páginas dos jornais O Commercio  e Jornal do Povo  da década de 1930 e partindo da notícia da inauguração da segunda loja das Casas Pernambucanas em Cachoeira, ocorrida em setembro de 1936, uma rápida volta no tempo levou ao dia 8 de julho de 1931: O Commercio, 8/7/1931, p. 1 Casas Pernambucanas. - Com a presença de exmas. sras., senhoritas e cavalheiros, representantes das autoridades do municipio e da imprensa local, foi inaugurada, ás 10 horas da manhã de quarta-feira ultima, no predio da rua Julio de Castilhos n.º 159, a Filial das Casas Pernambucanas, cuja gerencia está a cargo do sr. José Aquino, muito conhecido e relacionado ne

A Ponte do Passo Geral do Jacuí

O Passo Geral do Jacuí, localizado a 30 km da cidade de Cachoeira do Sul, pela estrada de rodagem e, cerca de 40 km pelo leito do rio Jacuí, foi um dos caminhos de ligação entre Rio Pardo e a Região da Fronteira Oeste e Planalto, em tempos de paz e de Guerra Farroupilha. Terminada a Revolução Farroupilha, com a pacificação de Ponche Verde, a Província, governada por Caxias, volta-se para as obras e a prosperidade do Rio Grande do Sul. Em 8 de abril de 1846, por decreto, é apresentado o projeto para esse desenvolvimento e nele incluída a construção de uma ponte sobre o Passo Geral do Jacuí. Uma obra necessária e vital para agilizar a ligação entre os principais núcleos urbanos, servidos pelo rio Jacuí e a comercialização dos produtos e riquezas entre regiões Leste e Oeste da Província. Sua construção foi contratada pelo empreiteiro Ferminiano Pereira Soares, em 1848, pela quantia de 250 contos de réis, paga em seis prestações e num prazo contratual de cinco anos. (Ferminiano co