quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Saudosa Memória

Foi num ambiente aprazível, no auditório da Casa de Cultura, decorado por Jussara Garske, do Atelier Livre Municipal, que ocorreu o lançamento do 8° Caderno de História - Zilah da Gama Mór.
Ione Rosa, do Arquivo Histórico, foi a mestra de cerimônias.

A família Mór esteve bem representada com sete filhos de Zilah. Houve por parte deles: falas, recepção carinhosa, entrega dos exemplares e, inclusive, apresentação musical durante a programação.
A Escola Municipal que leva o nome de Zilah esteve representada pela sua equipe diretiva e vários servidores.
Contemporâneos de Zilah reviveram situações e emocionados comentaram o caderno.
O advogado Armando Fagundes, em sua coluna no Jornal do Povo, de 18 de dezembro, parabenizando o Núcleo de Cultura pelas atividades da Semana de Cachoeira destacou a relevância do Caderno Zilah, assim se expressando: Também preserva a história dos cachoeirenses ilustres o lançamento da 8ª edição do Cadernos de História, que resgatou a vida e obra de Zilah Maria da Gama Mór, destaque na educação e mãe de família dos anos dourados de século passado, falecida precocemente. 
Vale a pena adquirir um exemplar desse caderno, ver as fotos, conhecer a biografia desta mulher dedicada à família, esposo e alunos, ler o testemunho de quem pôde conviver com ela.
Há exemplares, ainda, à disposição no Arquivo Histórico.

Apresentação de Estudos sobre Participação Açoriana

Dentre os eventos culturais da Semana de Cachoeira do Sul, 8 a 15 de dezembro, o Arquivo Histórico promoveu duas atividades: a apresentação de estudos sobre os povoadores do Município com ascendência açoriana, na terça-feira, 11, e o lançamento do 8° Caderno de História - Zilah da Gama Mór, sábado, 15, no auditório da Casa de Cultura. O Arquivo também participou de outras atividades.
A apresentação de estudos se deu em sua sede, com a presença de simpatizantes com genealogia ou cujos povoadores fazem parte de sua história. Presente, nessa ocasião, o bispo diocesano, dom Remídio José Bohn. A pesquisa que serviu de embasamento para a apresentação, já mostrada em Porto Alegre, foi basicamente feita no Livro n° 1 de Batismos da Diocese local.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Lançamento do Cadernos de História n° 8

É com satisfação que convidamos você para o lançamento de mais um "Cadernos de História".
Sua presença é fundamental. 
Posteriormente os exemplares estarão à disposição no Arquivo Histórico.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Convite para Apresentação de Estudos

Estamos esperando a sua presença nesta apresentação de estudos que foi feita no Arquivo Público do RS. O título corresponde à denominação antroponímica correspondente hoje à Cachoeira do Sul, encontrada na abertura do livro nº 1 de batismos da Diocese do Município.


quinta-feira, 29 de novembro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Semana de Cachoeira do Sul - Programação

Dezembro se aproxima e com ele a 43ª Semana de Cachoeira do Sul. Você está convidado a participar.
Veja a programação dessa semana, clicando na imagem para ser ampliada.

Projeto do Arquivo Público do RS sobre Câmaras Municipais


A nossa memória pré-republicana

Arquivo Público do Estado resgata primeiras câmaras de vereadores
Paço Municipal (ao fundo) no Século XVIII: Prédio abrigou a Câmara de Vereadores pré-republicanaPaço Municipal (ao fundo) no Século XVIII: Prédio abrigou a Câmara de Vereadores pré-republicana

Uma iniciativa do Arquivo Público do Estado deve resgatar a memória dos 58 municípios gaúchos que tinham câmaras de vereadores antes de 15 de novembro de 1889, data em que foi proclamada a República no Brasil. Cachoeira do Sul confirmou participação no projeto, que interligará virtualmente o acervo histórico das cidades pré-republicanas.
A diretora do Arquivo Histórico Municipal, Ione Carlos, juntamente com a professora Maria Lúcia Mór Castagnino, participou do lançamento da proposta na última sexta-feira, em Porto Alegre. Quinto município a ser criado no estado, Cachoeira do Sul, instalado em 5 de agosto de 1820, tem papel importante no processo de resgate das câmaras de vereadores que existiam antes da República. “Daqui se originaram a maioria dos municípios do Centro-Oeste,” lembrou Ione Carlos.
FONTE
 A importância histórica do acervo disponível em Cachoeira do Sul é tão expressiva que outras cidades, como Alegrete, o usaram como fonte para recuperar sua memória. Ione destacou que as câmaras de vereadores instaladas antes da era republicana desempenhavam funções bem distintas das atuais. “Elas tinham atribuições administrativas,” completou a professora.
Apesar de tudo o que já se sabe sobre o passado pré-republicano de municípios como Cachoeira do Sul, ainda há muito que se desvendar, acreditam os idealizadores do projeto lançado pelo Arquivo Público do Rio Grande do Sul, órgão ligado diretamente à administração pública estadual.
Conforme Ione Carlos alguns dos 58 municípios pré-republicanos sequer possuem acervos sobre seu passado. A maioria deles não enviou representantes para o encontro de lançamento do projeto do Arquivo  Público estadual. “Não havia mais que 20 representantes de municípios no encontro de sexta-feira,” destacou Ione. 
Portanto, além de resgatar a memória pré-republicana de algumas cidades, a proposta apresentada pelo Arquivo estadual pretende criar espaços de acesso público para que ela seja mostrada à população. A próxima reunião de trabalho do projeto das câmaras pré-republicana ainda será agendada para o início de 2013
CACHOEIRA PRÉ-REPUBLICANA
A trajetória do município até 1989
1779 - Cachoeira deixa a condição de capela e se torna freguesia
1800 – Surge a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira.
1819 – A Freguesia foi elevada à condição de “Villa” por ordem do rei Dom João VI. Surgia a Vila Nova de São João da Cachoeira.
1820 – No dia de 5 de agosto foi oficialmente instalado o novo município, o quinto a ser criado no estado.
1865 – Em plena era imperial, concluía-se a construção do prédio do Paço Municipal, que foi entregue à Câmara de Vereadores.
1857 – Chegam os primeiros imigrantes alemães ao município.
1877 – As primeira família de imigrantes italianas se instalam no município.
1859 – No dia 15 de dezembro Cachoeira é reconhecida como cidade por meio de lei.
1860 – Na sessão da Câmara do dia 10 de janeiro é realizada a solenidade da elevação do município à condição de cidade.
1883 – No dia 7 de março a primeira locomotiva passa pelos trilhos de Cachoeira do Sul.
Fonte: Arquivo Histórico Municipal
Este artigo foi postado na edição digital, de 28 de novembro de 2012, do Jornal do Povo. Tratou do projeto "Um debate sobre o papel das Câmaras Municipais, período colonial e imperial no RS: sua produção documental arquivística", trabalho desenvolvido pelo Arquivo Público do RS e pelo Arquivo Municipal Moysés Vellinho de POA. Ione Maria Sanmartin Carlos e Maria Lucia Mór Castagnino estiveram presentes na fase I, que correspondeu a um seminário. O convite para que o nosso Arquivo se fizesse presente foi encaminhado ao prefeito municipal, Sérgio Ghignatti, pelo secretário municipal da cultura (Porto Alegre), Sergius Gonzaga.
terça-feira, 20 de novembro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Participação do AH na VI Jornada de Estudos Genealógicos

A Oficina das Origens e o Instituto Histórico e Geográfico do RS promoveram a VI Jornada de Estudos Genealógicos - Genealogia Açoriana, nos dias 9 e 10 de novembro de 2012, no auditório do IHGRS, em Porto Alegre.
Os objetivos dessa jornada foram: o de compreender o processo histórico e social do Rio Grande do Sul à época de chegada dos açorianos, enquanto empreendimento colonizador da Coroa Portuguesa; discutir questões relacionadas à etnia açoriana na formação do sul do Brasil e relações com o Uruguai; contribuir para  o entendimento de elementos históricos que facilitem a busca, coleta e organização de pesquisas genealógicas.
O Arquivo Histórico de Cachoeira foi convidado a participar e abordou sobre os povoadores da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira dentro do painel "Expansão Açoriana.

Ione Maria Sanmartinn Carlos e Maria Lucia Mór Castagnino foram as duas representantes do AH que  participaram da Jornada de Estudos Genealógicos.
O estudo das colegas foi feito a partir dos assentos de batismo da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cachoeira, no período de 1779 a 1782.
Na ocasião, apresentaram também, alguns dos banners de genealogia que estavam diretamente relacionados ao tema.
terça-feira, 30 de outubro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Patrimônio Cultural

Na oportunidade em que a UFPEL realiza em nossa cidade, na UAB, o curso de extensão Patrimônio Cultural e Memória, divulgamos parte  de um ofício circular enviado pelo Barão de Muritiba, por determinação de D. Pedro II, em 13 de fevereiro de 1856, solicitando transcrições de inscrições estampadas nos monumentos públicos.


Nesse documento, o Barão indica como a cópia deveria ser feita:

... trate de obter e remeter à Biblioteca Nacional, as inscrições que são estampadas nos monumentos públicos de todo o Império, compreende-se as inscrições sepulcrais das Igrejas, devendo ser acompanhados de indicação relativo aos lugares e aos mesmos monumentos e de notícias que lhes sejam concernentes, e possam interessar; havendo o maior cuidado e escrúpulo, para que tais transcrições sejam feitas com a mais perfeita exatidão no idioma em que se acham, conservando-se os seus próprios caracteres...

Fonte: CM/DA/Ofícios - Caixa 6
segunda-feira, 22 de outubro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Atentado de Antônio Vicente da Fontoura

152 anos da morte de Antônio Vicente
Arquivo Histórico conseguiu a cópia do inquérito do crime que chocou o estado pós-farrapos
Antônio Vicente da Fontoura: levou três facadas e morreu depois de 42 diasAntônio Vicente da Fontoura: levou três facadas e morreu depois de 42 dias
Há 152 anos, em 20 de outubro de 1860, Cachoeira do Sul perdia uma de suas figuras mais ilustres, o comendador Antônio Vicente da Fontoura. Reconhecido pelos títulos que acumulou ao longo dos seus 53 anos de vida e como Embaixador da Paz, Vicente da Fontoura entrou para a história ao atuar ativamente nas negociações e na assinatura da Paz de Ponche Verde, em 1845, documento que colocou um ponto final na Revolução Farroupilha. Seu assassinato se tornou uma história que desperta curiosidade por envolver brigas políticas, homens renomados, antigos amigos e traição.
Em 2010, a equipe do Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul, em visita ao Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, localizou o processo criminal de 650 páginas com a investigação da morte de Antônio Vicente da Fontoura. O documento foi remetido para Cachoeira digitalizado, serviço pago por três cachoeirenses descendentes do comendador, que doaram o valor de R$ 670,00. Há também um processo no Arquivo Público do Rio Grande do Sul, o qual o grupo já tinha conhecimento.
Apesar de apresentar imagens bastante escuras, ele permite descobrir detalhes da investigação. O documento original, todo escrito à mão, está guardado no Arquivo Nacional. Segundo a diretora do Arquivo Histórico, Ione Sanmartin Carlos, entre os fatos relatados no processo está a bengalada que Vicente Fernandes de Siqueira desferiu contra Vicente da Fontoura para lhe distrair, a fim de que então Manoel Pequeno pudesse lhe dar as três facadas que lhe tiraram a vida.
HISTÓRIA - Para os historiadores, o inquérito da morte de Antônio Vicente da Fontoura é um documento especial, pois relata fatos, nomes, idades e mostra um pouco do ambiente hostil que Cachoeira do Sul viveu logo depois de elevada a categoria de cidade em 15 de dezembro de 1859.
Um crime dentro da Catedral
Catedral: palco de um crime que chocou a província
Todo cachoeirense já entrou na Catedral Nossa Senhora da Conceição, um prédio construído em 1779. Porém, nem todos sabem que a igreja, hoje sede da Diocese de Cachoeira do Sul, já foi palco de um crime que chocou a então Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, hoje, o estado do Rio Grande do Sul. Foi dentro da Catedral, em 8 de setembro de 1860, que o comendador Antônio Vicente da Fontoura recebeu a bengalada e as três facadas que lhe tirariam a vida 42 dias depois, em 20 de outubro de 1860.
Sem os recursos da medicina de hoje em dia para curar os ferimentos, Vicente da Fontoura não resistiu a uma infecção. O clima eleitoral do dia 7 e 8 de setembro de 1860 para escolher os novos vereadores e juiz de paz (eleição que aconteceu dentro da igreja) não era nem um pouco amistoso. De um lado estava o partido Luzia (liberais) liderado por Vicente da Fontoura e o coronel José Gomes Portinho. Do outro, o Saquarema (conservadores) tendo como principais figuras os coronéis Hilário Pereira Fortes e Felisberto de Carvalho Ourique (que antes era seu amigo e compadre e, inclusive, lutou ao lado de Antônio Vicente, na Revolução Farroupilha).
MORTE PREMEDITADA - Como o prestígio de Vicente da Fontoura e Portinho era muito maior do que o dos demais, a vitória do partido Luzia era dada como certa. Premeditar a morte de Vicente da Fontoura era a forma de estabelecer o terror e o pânico entre os adversários.
Importante - Há relatos que apontam que Manoel Pequeno não queria cometer o crime. Ao ser chamado para atacar Antônio Vicente da Fontoura ele teria dito que “nestes tipos de assunto, o fim para os escravos era a morte ou o mato”. De fato, Manoel Pequeno chegou a fugir para o mato, mas acabou sendo capturado e condenado.
Manoel Pequeno, o escravo matador
A ordem do assassinato foi dada ao escravo liberto Manoel Pequeno, que tinha pertencido a Hilário Pereira Fortes, o Barão de Viamão. A liberdade de Manoel Pequeno era, em partes, devida ao próprio Vicente da Fontoura, que chegou a dar dinheiro para sua libertação. Em meio a um tumulto causado pela identificação de um votante, Vicente Fernandes de Siqueira aproveitou para dar uma bengalada em Vicente da Fontoura e lhe distrair para que Manoel Pequeno pudesse lhe dar as três facadas que atingiram seu ventre.
Em meio ao novo tumulto que se formou, Portinho subiu em uma cadeira e pediu ordem e calma aos seus companheiros de partido que queriam vingar a morte do chefe e amigo. Neste momento, se ouviu um tiro e logo depois o segundo e o terceiro. Dois atingiram a parede na direção em que estava Portinho e um pegou em sua farda, mas não o feriu.
ESPADA - Segundo documento do Museu Municipal de Cachoeira do Sul, indignado, ele pegou a espada e partiu para cima de Hilário Pereira Fortes, colocando a ponta dela em seu peito. Apavorado, Pereira Fortes teria pedido para que não o matasse, pois era chefe de família. Ao retirar a espada de seu peito, Portinho teria dito “Não te mato porque não sou assassino como tu”. Sabia-se na época que, apesar de liberto, Manoel Pequeno continuava morando nas terras de Pereira Fortes, o que mostrava que eles ainda tinham ligação.
ATENÇÃO
O crime ainda é tema de mestrado e doutorado de vários estudiosos, até mesmo de não cachoeirenses e alguns deles estão disponíveis no Arquivo Histórico, assim como as cópias digitalizadas dos processos criminais.
Condenação por enforcamento
Os crimes ocorridos na Catedral resultaram em apenas uma punição, que foi a de Manoel Pequeno, condenado à morte por enforcamento. Não se sabe onde foi a sua execução, mas normalmente elas aconteciam em praça pública. Os demais coronéis (Hilário Pereira Fortes, Felisberto de Carvalho Ourique, José Pereira da Silva Goulart e Vicente Fernandes de Siqueira), todos os membros da elite local, apesar de terem sido presos, apresentaram defesa por escrito e foram despronunciados.
Enquanto estiveram presos, os senhores receberam várias manifestações de apoio de amigos. Na época, se a aplicação da justiça não fosse efetiva, era pelo menos teatralizada. Não era comum encontrar membros da elite econômica e política ingressando como réus nas cadeias públicas, mas era preciso dar uma explicação ao presidente da província, na época Joaquim Antão Fernandes Leão, que mesmo sendo conservador, teve que levar os senhores por um tempo para a cadeia.


Em entrevista à Patrícia Mirando do Jornal do Povo, Ione Sanmartin Carlos deu informações sobre o atentado a Antônio Vicente da Fontoura. A reportagem acima saiu no jornal do final de semana, 19 e 20 de outubro de 2012.
Rico material sobre esse personagem histórico encontra-se à disposição dos interessados, aqui, no Arquivo Histórico.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Critérios de Aplicação de Verbas à Instrução

Vem se aproximando o dia do professor e ao lermos o livro de registro das leis promulgadas pela  Intendência Municipal percebemos a preocupação desta em relação à instrução pública, pois, encontramos nas disposições especiais, de 17 de outubro de 1912, ou seja, há 100 anos atrás, aprovada pelo Conselho Municipal, o seguinte no Artigo 12, nº 2:

A aplicar a seu critério a verba destinada a 15 aulas do município, desde que os respectivos professores satisfaçam as seguintes condições:
a) ensinem a língua portuguesa;
b) tenham frequência mínima de 15 alunos;
c) tenham em sala afixados retratos de brasileiros célebres;
d) façam preleções semanais sobre a história do Brasil e Rio Grande do Sul;
e) submetam-se à inspeção do Intendente ou pessoa por ele indicada.

Assinaram as disposições acima, como conselheiros: Paulino da Silva Breton, Pedro Stringuini, Felippe Moser, Emilio Barz e Francisco Müller.


Fonte: IM/CM/AL/L-002, folha 156r e v.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Eleição do Intendente e Vice-intendente

No próximo dia 7 de outubro, ocorrerão as eleições para prefeito e vice, bem como, para vereadores.
Relacionando com a nossa história e lembrando que o cargo de intendente corresponde, hoje, ao de prefeito, transcrevemos parte da Lei Orgânica do Município da Cachoeira, de 9 de setembro de 1892, onde há no Capítulo II, artigo 15, as disposições relativas à eleição do intendente e vice:

O intendente e o vice-intendente serão escolhidos por sufrágio direto dos eleitores: a eleição efetuar-se-á sessenta dias antes de terminar o período intendencial.
§ 1º - A apuração dos votos será feita pelo conselho, conforme se determina no art. 36.
§ 2º - Se nenhum cidadão tiver alcançado maioria absoluta, o conselho elegerá um dos dois cidadãos mais votados na eleição direta tanto para intendente como para vice-intendente.
Em caso de empate nesta escolha do conselho, haverá nova votação e se ocorrer segundo empate considerar-se-ão eleitos os mais velhos.

Fonte: IM/GI/DA/ADLR-001, folha  3r.
terça-feira, 2 de outubro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Livros de Genealogia Portuguesa

Foram adquiridos pelo Arquivo Histórico dois livros recém-lançados com dados sobre a população portuguesa na Colônia  do Sacramento. As duas edições de "Colônia do Sacramento - Batizados, Casamentos e Óbitos - 1690 a 1777", de Dalmiro da Motta Buys de Barros, estão à disposição para pesquisas do público e de genealogistas.
Em 2 de outubro, foi feita a divulgação em jornal local e na tarde desse mesmo dia já foram consultados pela pesquisadora Vera Almansa Porto interessada nos livros, conforme fotografia.

terça-feira, 11 de setembro de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

120 Anos da 1ª Lei Orgânica Municipal

Há 120 anos, mais precisamente, em 9 de setembro de 1892, era promulgada a 1ª Lei Orgânica de Cachoeira do Sul. 
Anteriormente, essa lei orgânica fora aprovada e assinada pelos membros do Conselho Municipal, em 7 de setembro. 
Assinaram a ata, os seguintes membros do Conselho Municipal:
Isidoro Neves da Fontoura;
Alfredo Xavier da Cunha;
Antonio Rodrigues Severino;
Januario Luiz Barreto;
Manoel de Carvalho Prates;
Antonio Gomes d'Oliveira;
Carlos Hofheinz.
Olympio Coelho Leal, intendente municipal, depois de promulgá-la, mandou publicar em Porto Alegre, mil exemplares. 
Atualmente, seu registro encontra-se, na íntegra, no encadernado IM/GI/DA/ADLR-001, que faz parte de nosso acervo. Composta de 57 artigos, a lei orgânica apresenta disposições, entre outras, referentes ao território do município, atribuições dos governantes, eleições, responsabilidades do intendente, vice e secretário, decretação das leis.

Fonte: IM/EA/SA/RL-001, folha 12 r.; IM/GI/DA/ADLR-001, folha 1 r. a 12 v.; e IM/GI/DA/ADLR-002, folha 1 r.
terça-feira, 21 de agosto de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Arquivos da História de Cachoeira

Em 1915, nosso Município adquiriu um busto de Julio de Castilhos, esculpido por Jesús Maria Corona.
Esta informação é confirmada no jornal "O Comércio", de 15 de dezembro de 1915, com os seguintes dizeres:

Um grupo de Republicanos adquiriu um busto do imortal patriarca Julio de Castilhos, oferecendo-o ao Município de Cachoeira.
O sr James Schwarz representante do escultor Jesus M. Corona, fez a entrega da oferta ao administrador do Município...

Jesús Maria Corona foi um arquiteto e grande escultor espanhol (1871-1938) que realizou inúmeras obras no Rio Grande do Sul. Pai de Fernando Corona, que também se destacou na arquitetura e escultura em Porto Alegre.

Em nosso acervo documental encontramos uma carta e uma relação dos cidadãos que contribuíram para a aquisição do referido busto.

Posteriormente, em 1922, o jornal "O Comércio", de 22 de novembro, publicou a notícia da inauguração festiva.
No Grande Álbum de Cachoeira, de Benjamin Camozato, 1922, também encontrado no Arquivo Histórico, há uma fotografia do monumento com o busto que foi colocado nos jardins da Intendência Municipal, hoje Prefeitura.


quarta-feira, 8 de agosto de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Filme de Cachoeira nos Anos 30

Assista a um filme de Cachoeira mostrando Cachoeira do Sul nos anos 30.
Esse vídeo foi publicado no YouTube por Paulo M. de Campos.

25 Anos de Arquivo Histórico

Há 25 anos, por Decreto nº 203, de 5 de agosto de 1987, o Arquivo Histórico do Município de Cachoeira do Sul tornou-se uma instituição cultural independente, vinculada à SMEC, com o objetivo de zelar pela conservação e proteção do patrimônio arquivístico do Município.
Aproximadamente cem pessoas estiveram presentes à solenidade de inauguração, realizada no Parque Municipal da Cultura.
A Secretária de Educação e Cultura, Marisa Timm Sari, fez o pronunciamento inicial.
O prefeito Ivo Renê Pinto Garske assinou o decreto de criação da instituição.
A placa de bronze comemorativa foi decerrada pelo prefeito Ivo Garske; pelo presidente da Câmara Municipal, José Benemídio de Almeida;  pelo diretor do Fórum, juiz Ivan Ramon Chemeris; e vice-prefeito Nelson Schirmer.

Na ocasião, foi lançada a publicação: "A Fundação do Município de Cachoeira do Sul", pela responsável pelo Arquivo Histórico, a professora Marilda da Silva Félix.
Antes do encerramento, foi realizada uma apresentação do Madrigal Cameranima.
O Arquivo Histórico do Município de Cachoeira do Sul teve sua origem junto ao Museu Municipal, numa pequena sala, em 1986, tendo a participação da professora Elaine Meneguello Arzuaga.
Durante o processo de organização do seu acervo, já contava com a assessoria e colaboração de profissionais da área arquivística.
Atuaram como diretoras, desde sua criação: Marilda da Siva Félix, Inar da Silva Maciel, Helena Trommer, Ione Maria Sanmartin Carlos, Jussara Bohrer Ortiz, Lúcia Fogliatto Homrich, Rosinha Maria da Cunha e Mirian Ritzel. Em 2009, Ione Sanmartin Carlos voltou a dirigir o Arquivo e permanece desde então.
Atualmente, está vinculado ao Núcleo Municipal da Cultura, criado pela Lei nº 3242, de 21 de fevereiro de 2001, que substituiu a Diretoria de Cultura, da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Recebeu a denominação de Arquivo Histórico Carlos Salzano Vieira da Cunha, através da Lei nº 3361, de 16 de setembro de 2002.
A estrutura orgânica do Departamento de Arquivo Histórico constitui-se de: chefe de departamento; setor de planejamento; setor técnico e setor administrativo. O setor técnico é integrado por: biblioteca; serviço de arranjo; serviço de descrição e publicação; serviço de referência e difusão; serviço de conservação e restauração; e serviço de estudos genealógicos.

Fonte: Documentário e Regimento Interno do Arquivo Histórico
terça-feira, 3 de julho de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Árvore de Costado de Renato Almansa Carlos

Renato Almansa Carlos é descendente de povoadores de Cachoeira pelo lado paterno e materno.

Nadir Carlos Forte e Ivone Fonseca Carlos



Árvore de Costado de Rui Carlos Loreto

Rui Carlos de Loreto teve como antepassado, formador da povoação cachoeirense, Francisco de Loreto.

Genealogia da Família Salzano

Por ocasião da Mostra de Genealogia foram também produzidos mais banners, que não foram mostrados aqui no blog.
Os netos do casal Célia e Geraldo Salzano descendem das família José Custodio Coelho Leal e Joaquim dos Santos Xavier Marmelo, povoadores de Cachoeira.

Maria Lúcia Mór Castagnino e Rejane Salzano, filha do dr. Geraldo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Saneamento da Cidade

No relatório apresentado ao Dr. A. A. Borges de Medeiros, Presidente do Estado do RS, pelo  engenheiro Ildefonso Soares Pinto, Secretário de Estado dos Negócios das Obras Públicas, em 15 de agosto de 1923, encontram-se dados sobre o projeto de saneamento de Cachoeira do Sul, o qual segue a transcrição:

Caixa d'água da 1ª hidráulica
Imagem: Loveli La-Flôr
"O projecto de saneamento da cidade de Cachoeira foi organizado pelo engenheiro Saturnino Rodrigues de Brito, em 1919.
Em fins de 1920 e principios de 1921, como houvesse urgencia em fornecer agua à cidade, a Municipalidade executou uma parte da rêde hydraulica, abastecida por uma captação provisoria.
Essas obras, que foram tratadas em relatorios anteriores, importaram em 172:314$278, e constam, em resumo, do seguinte:
Captação d'agua no rio Jacuhy, a montante do cemiterio velho e da cidade; recalque para os prefiltros, onde a agua é batida, arejada e prefiltrada; segundo recalque para um reservatorio de cimento armado; distribuição pelas ruas Saldanha Marinho, Felix da Cunha e Sete de Setembro, com ramaes para as travessas Firminiano, Sete de Abril e Venancio Ayres.
Em 1922, havendo o engenheiro director das obras municipaes de Cachoeira communicado a existencia de aguas altas nos cerros do Botucarahy, Cortado e Branco, mandou esta Secretaria explorar os mananciaes que se encontrassem nas regiões indicadas, com o fim de verificar si era possivel aproveital-os para o abastecimento da cidade por gravidade.
Os estudos feitos confirmaram a presença dos mananciaes em altura bastante para o aproveitamento das aguas, porém com descargas insufficientes nas estiagens, como verificou tambem o auctor do projecto.
Nessas condições, não foi possivel o supprimento por gravidade e sim pela captação no Jacuhy e elevação mecanica, conforme resolvida a execução das obras projectadas, foi reconhecida a conveniencia da revisão do orçamento respectivo, que datava de 1919.
Essa revisão foi feita na Directoria das Obras Publicas, com a collaboração do director das obras municipaes de Cachoeira, tendo o orçamento attingido a 2.460:748$966..."

Ainda há, nesse mesmo relatório, informações pertinentes ao abastecimento de agua e esgotos sanitários.
No acervo documental do Arquivo, há além de relatórios, outros documentos que tratam desse projeto de saneamento que resultou na construção da primeira hidráulica, junto à Praça Itororó, bem como, da segunda que compreendia a captação e tratamento às margens do Jacuí e o reservatório elevado: Château d'Eau e o reservatório R-2: na praça Borges de Medeiros.

Fonte:IM/S/SE/Re-025, p. XVI
quinta-feira, 28 de junho de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Beleza Arquitetônica Registrada

Outra doação feita ao Arquivo Histórico, no início desde ano, foi a revista "Templo Martim Lutero:  patrimônio histórico tombado", de Nelda Scheidt, com descrição detalhada e ilustrada do Templo Martim Lutero de Cachoeira do Sul, projetado pelo arquiteto alemão Theodor Wiederspahn, inaugurado em 1931 e tombado em 2011 pelo COMPACH (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico-Cultural). É um trabalho marcado pelos detalhes. Fotografias que mostram elementos arquitetônicos ricos em simbologia, ao mesmo tempo em que se evidencia a preocupação em registrar esses elementos para eternizá-los.
Na fotografia, vê-se da esquerda para a direita: Elizabeth Thomsen, Nelda Scheidt e Ione Sanmartin Carlos.

Imagem: Danilo Cunha
A respeito do trabalho sobre o Templo Martim Lutero e seu tombamento, assim se expressou Mirian Ritzel, diretora do Núcleo de Cultura:
"O Templo Martim Lutero, último bem imóvel tombado pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico-Cultural - COMPACH, ato que ocorreu por ocasião de seus 80º aniversário em abril de 2011, ensejou a publicação de primoroso trabalho que embasou o processo de tombamento, realizado por Nelda Scheidt com a participação de Elizabeth Thomsen e Regina Gressler Buss.
As organizadoras da publicação ofertaram exemplares da obra aos departamentos do Núcleo Municipal da Cultura, estando disponíveis para consulta dos interessados no Arquivo Histórico, Atelier Livre, Biblioteca Pública e Museu Municipal.
O tombamento do Templo Martim Lutero reveste-se de ineditismo em significativos aspectos: surgiu da vontade da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana, encontrou respaldo no interesse da administração municipal e produziu o mais completo e bem elaborado processo de tombamento dentre todos os imóveis tombados."
terça-feira, 5 de junho de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Histórias do Tio Quintino

Neste primeiro semestre de 2012 recebemos duas doações valiosíssimas no que se refere à história de nosso município. 
A primeira delas trata de dois livros: "Quintino, o Persistente" e "Quintino, o Destemido", que nos foram doados pelo autor, Osmar Armando Pohl. A obra mostra a trajetória da cultura do arroz, em Cachoeira do Sul.
Falando sobre Quintino, o advogado Armando Fagundes, em sua coluna semanal no Jornal do Povo, de 17 de abril, assim se expressou: "Sem dúvida, para os que gostam da história da cidade é leitura obrigatória o livro do Dr. Osmar Armando Pohl, 'Quintino, o persistente', que conta a vida de adolescente vivida nesta cidade quando seu pai plantou na Granja do Salso, do Irapuá e do Paredão, nos fundos do Hipódromo, anos 30 e 40. É a melhor narração que li sobre os sacrifícios do plantador de arroz". E, para ilustrar seu comentário, transcreve: "Na ocasião, também estava sendo realizada a 1ª Festa Nacional do Arroz. A cidade achava-se toda engalanada. Porém, como estávamos com pressa, pouco pude ver do aspecto festivo. Mas do pouco que vi não tive boa impressão, pois, a pretexto de ornamentação, colocaram uma camada de arroz com casca, da altura do meio fio sobre a Rua 7 de Setembro, desde a esquina da CEF até a praça José Bonifácio. Fiquei chocado ao ver tamanho desperdício..."
Na foto, vê-se Osmar e sua esposa quando da entrega dos livros à diretora do Arquivo, Ione Carlos, ao centro.
Imagem: Loveli Moreira La-Flôr

segunda-feira, 4 de junho de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Participação do Arquivo na 17ª FENARROZ

O Arquivo Histórico se fez presente na 17ª FENARROZ, ocorrida de 22 a 27 de abril, quando colocou em exposição alguns dos banners de genealogia. A participação se deu no stand do Núcleo de Cultura de Cachoeira do Sul.


Imagens: Fátima Milanesi e Ione Sanmartin Carlos
quarta-feira, 30 de maio de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Arquivo Histórico Divulga Estudo Genealógico

No último sábado, 26 de maio de 2012, Irajá Figueiró e família receberam um grupo de conselheiros do COMPAHC, na Estância do Lageado, sítio histórico farroupilha.
No belo local, Maria Lucia Mór Castagnino, estudiosa de genealogia do Arquivo Histórico, discorreu sobre o estudo que ela e o anfitrião organizaram, por ocasião da Mostra de Genealogia - Povoadores de Cachoeira do Sul. Foi abordado desde Manoel Carvalho da Silva (nascido em 1725, em Portugal) até os netos de Irajá, passando pela família Ourique e chegando  aos atuais descendentes Figueiró, abrangendo nove gerações, em linha direta.
Fotos: Renato Thomsen
quarta-feira, 16 de maio de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Terreno para a Capela de Santa Josefa

No encadernado das leis do Conselho Municipal promulgadas em 1917, encontra-se a Lei nº 58, de 19 de março do citado ano em que há a concessão de terreno para a Capela de Santa Josefa. 
Transcrevemos, abaixo a referida lei:

Lei nº 58, de 19 de março de 1917
                     
          Autoriza o Intendente a ceder gratuitamente um terreno no Bairro Rio Branco, para nelle ser edificada a Capela de Santa Josepha.

      Francisco Fontoura Nogueira da Gama, Intendente do Município de Cachoeira, Estado do Rio Grande do Sul.
     Faço saber, em cumprimento do disposto no art. 17 nº 4, da Lei Organica, que o Conselho Municipal approvou, em sessão extraordinária, de 19 de março do corrente anno, e eu promulgo a seguinte resolução:
       Art. 1º - Fica o Intendente Municipal autorisado a fazer doação gratuita de um terreno no Bairro Rio Branco, de 8 metros de frente, na continuação da rua 15 de Novembro, com fundos a intestar na antiga chacara Potrinho, para nelle ser edificada a capella de Santa Josepha.
       § unico - O Intendente estabelecerá commissão encarregada da referida construção todas as condições que forem convenientes, no interesse da municipalidade e do embellezamento da cidade.
       Art. 2º - Revogam-se as disposições em contrario.
       Intendencia Municipal de Cachoeira, 11 de agosto de 1917.
                                                                
                                                  Francisco Fontoura Nogueira da Gama
       Nesta Secretaria do Municipio foi registrada e publicada a presente lei, aos 12 de agosto de 1917.

                                                                                         Mario Godoy Ilha
                                                                                               Secretario


Fonte: IM/CM/AL/L-005
Imagem: Acervo do COMPAHC



segunda-feira, 14 de maio de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Instalação de Bomba de Gasolina na Sete

O Ato 1.1194, de 22 de julho de 1927 concedeu licença ao Dr. João Minssen para instalar à praça José Bonifácio, em Cachoeira do Sul, uma bomba destinada ao fornecimento de gasolina a varejo. Conforme Decreto nº 250, de 18 de janeiro daquele mesmo ano, as instalações de bombas estariam entre si, em distâncias mínimas de três quadras edificadas; contados em linha reta para cada rua. Os aparelhos só poderiam ser colocadas à rua 7 de Setembro e ruas paralelas, inclusive rua Júlio de Castilhos. Tendo por ponto de partida para a contagem das distâncias o referido no decreto, o local fronteiro ao prédio nº 175 da rua 7 de Setembro, em cujo local já se encontrava instalado uma bomba.
Na foto, a seguir, tirada na praça José Bonifácio, ao lado do prédio do atual Palácio Legislativo, vê-se ao fundo, ao lado do braço da última moça, à direita, a bomba de gasolina permitida pelo citado ato.
Imagem: Acervo de Eduardo Minssen


Fonte: IM/GI/DA/ADLR-010, p. 181-183; 212.
sexta-feira, 11 de maio de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Ministro Homenageado

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, o cachoeirense Marco haupp, em visita ao Executivo Municipal, em 12 de abril de 2012, recebeu das mão de nossa colega Maria Lucia Mór Castagnino, um exemplar do livro "A Minha Cachoeira", escrito pelo seu pai , o historiador João Carlos Mór.
Imagem: Jornal do Povo
quarta-feira, 9 de maio de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Tráfego de Veículos Pesados e Estacionamento nas Ruas de Cachoeira

Em 1926,considerando que o calçamento a paralelepípedos não permitia o tráfego de veículos pesados, e que já se achava calçada grande parte da cidade, e havendo a necessidade de modificação nas normas de estacionamento  foi criado o Decreto nº 245, de 24 de setembro de 1926. 
Determinava, o decreto, a proibição do trânsito de carretas de duas rodas, bem como de todo veículo de carga sem mola, e o trânsito de veículos com peso maior de 1.500 kg. Marcava o prazo de 30 dias para os proprietários  colocarem molas em seus veículos. 
E sobre o estacionamento, determinava que os veículos poderiam estacionar em qualquer lado dos passeios somente o tempo necessário para embarque ou desembarque dos passageiros.
Fora desse tempo, poderiam estacionar junto aos passeios do lado em cuja direção seguiriam e, unicamente, quando em serviço; quando livres, somente na frente da casa, garagem proprietária ou em locais indicados pela subintendência.

Fonte: IM/GI/DA/ADLR-010, p. 168 e 169.

sexta-feira, 27 de abril de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Visita da diretoria do CMC

Recebemos, dia 25 de abril, aqui no Arquivo Histórico, a visita oficial da 1ª diretoria do Conselho Municipal de Cultura, eleita em 27 de março do ano em curso, composta pelo presidente Luciano Iserhardt Scherer (professor e carnavalesco representante da Escola de Samba Inovação) , a vice-presidente Mirian Ritzel (diretora do Núcleo Municipal da Cultura) e Jussara Garske (diretora do Atelier Livre Municipal).
Imagens: Loveli La-Flôr
quarta-feira, 18 de abril de 2012 | By: Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul

Colégio Brasileiro de Genealogia - Fazemos Parte

Estamos honrados por fazermos parte do Colégio Brasileiro de Genealogia, conforme ofício abaixo:


Colégio Brasileiro de Genealogia
Fundado em 24 de junho de 1950





Rio de Janeiro, 13 de abril de 2012.                         SEC 005/12.                        



Ao
ARQUIVO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA DO SUL
Estado do Rio Grande do Sul




Prezados senhores:


           Temos a honra e a satisfação de informar que, em reunião de 09 de abril de 2012, a Diretoria do Colégio Brasileiro de Genealogia  decidiu aprovar, por unanimidade, a proposta desse Arquivo para associação ao quadro de entidades coligadas.  

Ao tempo em que enviamos congratulações, apresentamos nossos protestos de elevada consideração.

           Atenciosamente,

Carlos Eduardo de Almeida Barata
Presidente CBG